Missão

De forma simplista, minha missão é viver de tal modo que eu possa ser capaz de influenciar e (por causa desta influência) possa também ser capaz de ensinar pessoas a viver de uma forma mais “leve” e alegre, com bom humor, sem perder a responsabilidade, o compromisso e a verdade.

Creio que minha experiência diária será muito melhor se eu procurar falar e manter meu foco somente nas coisas boas da vida e das pessoas em geral! Por isso, meu objetivo é somente falar de coisas ruins quando for para buscar estratégias e soluções para transformá-las em boas.

Aí é que está o “pulo do gato”: quando as coisas ruins forem boas de novo, terei mais um motivo para falar…

Este não é um processo fácil de viver em base diária. Então, para este “estilo de vida” ser viável, cada pessoa precisa estar próxima de alguém confiável, que também entenda o conceito e que, acima de tudo, possa ajudar na solução ou transformação das coisas ruins em boas!

Trata-se de uma união da antiga máxima “fazer do limão uma limonada” com o princípio humano de ajuda mútua “é melhor serem dois do que um.”

Eu tenho essa pessoa de confiança! Quando a vida me apresenta seus limões, recorro ao meu “coach” pessoal, que está sempre disponível para me atender, seja a que hora for. Por ele não ter secretária eletrônica nem humana, nunca preciso deixar recados.

Nestes encontros, fico à vontade para falar das coisas ruins, pois a experiência e a visão do “coach” me mostram as maneiras corretas de começar a preparar a limonada…

Como este meu blog é parte integrante da minha missão, apresento abaixo algumas definições importantes que servirão para me guiar quando eu tiver que decidir sobre falar ou não sobre algum assunto:

  • Comunicar com leveza e bom humor;
  • Informar sob uma ótica cristã não sujeita à religiosidade;
  • Focar, sempre, a qualquer preço, as coisas boas da vida;
  • Mostrar o que eu gosto e acredito, com a pretensão de influenciar alguns;
  • Comentar ideias diversas, para concordar ou discordar;
  • Traduzir e/ou citar textos relevantes, sempre dando todo o crédito aos autores;
  • Incorporar conceitos pessoais novos e não ter medo de voltar atrás se necessário;
  • Contextualizar textos bíblicos para realidades diferentes porque creio que eles funcionem em todos os níveis;
  • Em resumo: escrever um pouco de tudo, mas só coisas boas…

Ivael Freitas – Setembro/2009
(Revisado em 15/10/2009)